Novembro de 1998, eu tinha 15 anos e recebia do meu pai o que parecia a pior notícia da minha vida:
- A Juliana está grávida.
Eu quase morri. Parecia que tinha sido traída pelo meu pai. Perder a posição de filha caçula não foi fácil. Logo mais queria ressuscitar para morrer de novo com essa notícia:
- É uma menina.
Com toda a certeza de uma adolescente rebelde e ciumenta dizia que não ia gostar nem um pouco dessa irmã.
Chegou 22 de Junho de 1999 e Mariana nasceu. Fui ao hospital, aos poucos ia visitar no domingo, mas ainda não estava convencida de que aquela pessoinha era importante.
Acho que é natural entre irmãos você só descobrir que ama depois de uma certa idade. Eu e meu irmão passamos por altos perrengues por mais de 20 anos até chegarmos nesse estágio de que um está sempre pensando e mimando o outro.
Com Mariana não foi diferente. Fui me aproximando e aos poucos me apaixonando. Ela demorou pra falar, mas quando falou a primeira palavra estava comigo. Não, não foi papai, nem mamãe. Foi "milho". O que a fome não faz, huh?
Um belo dia me chamou de mana e a partir daí acho que nunca mais nos desgrudamos.
Não acredito que fazem 12 anos.
Não acredito que hoje não consigo imaginar minha vida sem você, mana.
Te amo! E vou continuar te buscando mais cedo nas festas. Porque te amo.

Como vocês são lindas!
ReplyDeleteSe colocar a Mel do lado de vocês duas, vai ficar uma escadinha. Fofas, fofas! =B
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